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Catadores de Aguazinha pedem coleta seletiva em Olinda



O candidato à Prefeitura de Olinda, Guto Santa Cruz (PDT), se reuniu na manhã desta quarta-feira (28), com catadores de material reciclado de Aguazinha. Apesar do fim das atividades do aterro, que servia de área de transbordo para receber aproximadamente 400 toneladas de lixo geradas em Olinda por dia, dezenas de famílias ainda vivem e trabalham no local. Sem infraestrutura e projetos, os catadores sonham com investimentos e com uma coleta seletiva na cidade.



No encontro, os trabalhadores falaram da importância de implantar um sistema de coleta seletiva no município. A separação do lixo promove trabalho e renda para os catadores, traz ganhos para o meio ambiente e agrega valor ao material reciclado. Mas, abandonados pelo poder público, os catadores seguem separando os resíduos sólidos do lixo orgânico com as próprias mãos, além de lutar organizados em uma associação e uma cooperativa, que buscam vencer as dificuldades da atividade.

Desde os sete anos de idade em contato direto com o lixo, o presidente da Cooperativa dos Catadores de Olinda (Coopmetral), Maurício Nunes, diz que não sabe fazer outra coisa além de catar, separar e vender o lixo que recolhe nas ruas e comércios da cidade. “Uma coleta seletiva implantada pelo município poderia melhorar e muito a nossa vida, a gente sabe que a prefeitura recebe verba do Governo Federal para tratar do meio ambiente e não faz nada”, reclama.

Para Guto, a realidade contada por Maurício, assim como pela presidente da Associação dos Recicladores de Olinda (ARO), Maria José Santana, é mais um incentivo para que a sua gestão trate a questão com muita atenção. “Essas pessoas já levam uma vida de dificuldade e sacrifícios, não merecem continuar sendo tratadas como invisíveis”.

Fotos: Assessoria de Guto.

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